Na Beirada da Sacada

Hoje, sentei na beirada da sacada só pra ver se encontrava aquilo que ainda não encontrei: tu. Tu, que talvez, eu nem conheça. Tu, que te fazes misterioso em algum lugar desse planeta. Tu, que me fizeste promessas num tempo que hoje permanece esquecido.

O vento dançava com as árvores carinhosamente. O sol estava quente. A rua, completamente deserta. Parecia uma linda tarde de verão apesar de ser abril, e nada de ti por aqui.

Eu tenho saudade de ti. Tipo, daquelas que doem. Daquelas bem doídas. E eu nem sei se te conheço.

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