Verdades por trás da mentira

Para ouvir enquanto lê.

Depois de uma dia cheio de decepção, frustração, mágoa e algumas doses, talvez exageradas, de  ‘Lie To Me’, resolvi escrever sobre mentira.
A cada dez minutos de conversa, uma pessoa mente, no mínimo, 3 vezes.

Mas quando é aceitável mentir?

“To bear the weight” ou “honestly to look you in the eye”, segundo Aqualung?
Mentir para evitar o sofrimento de alguém?
Mentir para tentar ganhar mais tempo para terminar um trabalho?
Mentir para dar um fora naquele(a) chato(a) da faculdade?
Mentir para saber a verdade?
Mentir para salvar sua vida, talvez?

Por favor, não diga que NUNCA se deve contar uma mentira. Sei que desde crianças fomos ensinados que nunca se deve mentir, porque isso é algo muito ruim e que a mentira tem perna curta. E tem mesmo. Mas as exceções estão aí.
Também não estou dizendo que se deva mentir o tempo todo e por razões ínfimas. Como diria minha sábia irmã: “Não confunda cara com bunda”. Há casos e casos.

Particularmente, não gosto de mentir. Tem-se feito necessário por consideração aos sentimentos de terceiros, mas eu realmente não gosto. Às vezes, gostaria de adotar uma atitude de sinceridade radical. Dizer o que penso e sinto sem me importar, como o Eli Loker, no supracitado seriado ‘Lie To Me’. Gostaria que todos fossem assim na verdade. Se fôssemos todos acostumados a viver desta maneira, sendo honestos com os outros e conosco mesmo, a verdade não pareceria tão cruel e horrível quanto a mentira.

Por mais moralmente ruim que uma mentira possa ser, a verdade dói. Caraca, como dói. E é essa dor de encarar a verdade nua e crua que faz com que nós a temamos e nos acomodemos com determinadas situações, porque, em nossa mente, não conseguiríamos aguentar a verdade. Então nós a distorcemos conforme nossas vontades e desejos para fazê-la mais atraente. Enganamos a nós próprios por sermos egoístas.

Então o que você preferiria: saber a verdade ou continuar vivendo sua vida sem mágoas ou decepções aparentes?

Respondendo a minha própria pergunta, eu preferiria sofrer por um instante, por mais longo que ele seja, com a verdade, do que ter uma vida ilusoriamente feliz. Nada que provenha da ilusão produzirá bons resultados.

Experiência própria.

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Um comentário sobre “Verdades por trás da mentira

  1. tobiasfuhr disse:

    iaee meninola,

    curti muito o texto, a mentira é algo muito loco. não é certo nem errado, como tua ermana disse: “não confunda cara com bunda”(fazia um tempo que eu não ouvia essa, hsuahsuah)

    Como a verdade dói, a mentira não faz doer…As vezes, o momento não é propício para a verdade, e uma mentira alivia a dor. Uma dor sempre será uma dor, mas pode ser uma dor menor, da mesma forma que existe um fora gentil e um arrogante

    o ensino para as crianças é engraçado. Temos de fazer elas acreditarem em algo, como Papai Noel, para depois contarmos a verdade, que o velhinho lá da Coca-Cola não existe.

    e respondendo a pergunta: saber a verdade ou continuar vivendo sua vida sem mágoas ou decepções aparentes?
    Eu prefiro saber a verdade, mesmo que doa. Viver uma mentira é pior ainda. Nunca gostaria de ser um idiota feliz. Eu minto e continuarei a mentir quando necessário, mas sempre para o bem.
    Acredito que este é o ponto, se for para uma boa causa, a mentira é aceitável.

    bjo na bunda e até segunda.(shuahsuah, essa eu acho melhor que o “nao confunda cara com bunda”)

    bjaoo, massa o texto mesmo,
    tu é uma guria legal e com bons pensamentos(será que é verdade ou mentira?…hsuahusahuhs,)

    nos falamos
    até.

    Curtir

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