Invictus
31 ago 2010 2 Comentários
em Poema
Poem Space
Hoje, o poema não é meu, mas do gênio William Ernest Henley. William foi diagnosticado com tuberculose nos ossos com apenas 12 anos. A doença progrediu para o seu pé e aos 25 anos, teve sua perna amputa na altura do joelho. Ele escreveu o seguinte poema numa cama de hospital e, para mim, esse poema retrata a força um homem só contra os desafios da vida.
Com vocês, INVICTUS!
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“Out of the night that covers me, “Do fundo desta noite que persiste
Black as the Pit from pole to pole, A me envolver em breu – eterno e espesso,
I thank whatever gods may be A qualquer deus – se algum acaso existe,
For my unconquerable soul. Por mi’alma insubjugável agradeço.
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In the fell clutch of circumstance Nas garras do destino e seus esforços,
I have not winced nor cried aloud. Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Under the bludgeonings of chance Nunca me lamentei – e ainda trago
My head is bloody, but unbowed. Minha cabeça – embora em sangue – ereta.
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Beyond this place of wrath and tears Além deste oceano de lamúria,
Looms but the Horror of the shade, Somente o Horror das trevas se divisa;
And yet the menace of the years Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Finds, and shall find, me unafraid. Não me amedronta, nem me martiriza.
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It matters not how strait the gate, Por ser estreita a senda – eu não declino,
How charged with punishments the scroll, Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
I am the master of my fate: Eu sou dono e senhor de meu destino;
I am the captain of my soul. ” Eu sou o comandante de minha alma.”
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~ William Ernest Henley ~