The Wrinkle On His Forehead
27 mar 2010 6 Comentários
em Reflexões
I look at him. He’s so fragile. He’s got a wrinkle on his forehead. So serious. He was like a little brother. So skinny and with a huge smile on his face. I remember when we were kids and we used to play together. He taught me how to make paper airplanes. Does he remember that? He was my buddy.
We’ve been living separate lives for so long. We’ve lost contact for too long. Thousands of miles between us. Time drew us apart but it couldn’t erase this feeling of protection I have towards him.
I look at him. He’s so fragile. He’s got a wrinkle on his forehead. So serious. So sad. Something’s bothering him. But what? There’s something different. My little brother grew up so fast and so distant from me. A 16-year-old teenager to the outside world but a man for those who know him.
We were very behaved – near our parents, otherwise things would get critical – but when people allowed us to be kids was when he had fun at the utmost. Much more than just a kid is what he has become. He still has that huge smile on his face and sure he still tries to make everyone laugh like he did when we were kids. But there’s something different about him.
I look at him. He’s so fragile. Even though he’s smiling I still see that wrinkle on his forehead. So serious. So grown-up. I’m sure there’s something wrong. No, I can’t be the only one to see that. His heart, where is it? He’s given it away to some one else. But to whom?
That’s why he writes his most urgent pleads and desires in a Shakespearean kind of way. He’s in love. He’s consumed by the most hurtful, altruistic and beautiful feeling there is. Maybe she doesn’t see it. Maybe she doesn’t want it. I really don’t know but all I wanted to do is put my arms around his shoulder like I used to when we were kids and stare at nothing in complete silence. I just want him to know he’s not alone. I just want him to know he’s not the only one.
When I look at him I see that little boy I met years ago, the boy who didn’t have that wrinkle on his forehead.
Eu Confesso: Tenho Medo!
19 mar 2010 2 Comentários
em Desabafo
“… Fique perto / Fique perto de mim …”
Tu me perguntas se eu já me apaixonei?
Ah, sem dúvida. Desde aquelas paixonitezinhas de trocar cartinhas às paixões mais maduras e paixões mais platônicas. Quem nunca se apaixonou, né? Não vou dizer que foram várias vezes, mas eu lembro de algumas em especial. As mais engraçadas de relembrar, no entanto, são as paixões platônicas. Qualquer olhada mais longa, qualquer sorriso ou aperto de mão é motivo para um leve ataque cardíaco.
Então, sim, já me apaixonei. No entando, uma vez, somente uma vez, eu resolvi me entregar ao amor de corpo e alma. E justamente nessa vez eu tive o meu coração partido, dilacerado e deixado de lado. Justamente quando decidi dar uma chance pro amor e parar de enrolá-lo, o desgraçado me passa a perna.
Eu fiquei muito magoada e, com o perdão do clichê, de coração partido. Eu estava desiludida, tinha sido engana e estava sempre triste. Eu não falava com as pessoas direito e chorava quase todas as noites. Eu não tinha paciência para alimentar nem os meus sonhos nem os sonhos dos outros de encontrar o amor nessa vida bandida na qual vivemos. Virei amarga.
Sim, amarga é a palavra certa, pois nem eu me aguentava. Eu parecia aquela velha rabugenta e solitária que ninguém do bairro gosta e da qual as criancinhas têm medo. Eu queria fugir desse negativismo, sair desse lugar, mudar de nome e recomeçar a minha vida do zero. Novo lugar, novas pessoas, novas experiências. Eu queria recomeçar e esquecer da dor que assolava constantemente a minha mente e peito. Eu tinha perdido a confiança nos homens.
Aí tu surgiste com toda essa pompa e auto-estima, tentando reacender a centelha de esperança nos homens que jazia dentro de mim quase morta. No início, eu não te deixei. Eu não queria. Vocês, homens, não mereciam, mas tu não desististe. Continuaste batendo na mesma tecla até que eu cedi. Encontro-me nessa situação desperadora de amor novamente, morrendo de medo. É, medo!
Eu tenho medo de ser descartável pra ti, como um cílio que cai e fica sob esses teus redondos e enormes olhos verdes – mas que tu dizes serem cor de avelã – e que tu pegas, colocas na ponta do dedo e, descuidadosamente, sopras ao vento, pois outros virão e aquele não te fará falta. E apesar de tu declarares aos quatro cantos do mundo para quem quiser ouvir que tu me amas, eu tenho medo que tu talvez encontres outra pessoa durante a minha ausência.
Eu não sei o porque de eu gostar tanto assim de ti e eu não entendo o que os outros tem a ver com isso e quando a noite chega e eu me questiono esses inúmeros porquês, eu não preciso de resposta nenhuma: iT JuST FeeLS RiGHT. YoU FeEl rIghT!
Aprender a esperar
12 mar 2010 2 Comentários
em Amor (ou algo parecido), Conselhos
ASSISTA O VÍDEO!
O melhor tipo de amor é aquele que não requer palavras, mas é sentido pelo olhar. O melhor tipo de amor é aquele inesperado, encontrado sem querer. O melhor tipo de amor é aquele que dá borboletas no estômago. O melhor amor é aquele que dá saudade. O melhor amor é aquele que nem a distância pode interferir, afinal de contas o que são 5000 kilometros, certo?
É engraçado como o amor sempre nos surpreende. Sim, há pessoas que saem a procurar do amor, mas geralmente é inesperado e isso é o que faz tudo parecer mais bonito e romântico. Ah, esses românticos sem causa! Uma salva de palmas para nós por acreditarmos no amor não importando o que aconteça.
Reconhecer o amor pode ser difícil. Cada um reage de uma maneira diferente, mas há uns sinais bem clássicos que nos mostram quando estamos apaixonados. (Sinta-se livre para comentar os teus “sintomas”)
Ele/Ela
1. tem o poder de alegrar o nosso dia somente com seu sorriso;
2. faz com que sonhemos acordado;
3. faz com que rabisquemos seu nome em recibos, cadernos, páginas iniciais de redes sociais;
4. tem o poder de fazer com que o nosso chefe pareça a pessoa mais agradável do mundo;
5. faz com que os minutos voem quando se está perto e esmagadoramente devagar quando se está longe;
6. faz com que nós sorriamos o tempo todo por qualquer coisa;
7. tem o poder de nos acalmar somente sussurrando ao pé do noss ouvido: “vai ficar tudo bem”;
8. faz com nós nos sintamos as pessoas mais felizes e sortudas do mundo;
E assim vai.
Ai, o amor.
Peraí. Presta atenção na sonoridade.
A M O R!
Soa bonito, não?
Então, por favor, não estrague a beleza dessa palavra e a pureza desse sentimento. Não caia na primeira relação que te for oferecida se tu não tens certeza. Aprenda a esperar, tenha paciência. Vai por mim, não saia a procura do amor, espera ele te encontrar. Dê um tempo pra ele. Vai que tu acabas conhecendo alguém do prédio em frente ao teu através de recados mostrados pela janela? Talvez tu o conheças na prova para tirar a carteira de motorista, na praia ou ele seja o estranho que segurou o teu cabelo enquanto tu vomitavas no gramado do vizinho. Talvez tu o conheças no ônibus voltando da faculdade, na fila da lanchonete, numa viagem de estudos. Nunca se sabe! E essa é a beleza do amor: nós nunca sabemos!
Sapos-Príncipes e Medusas
09 mar 2010 6 Comentários
“Eu sei que eu não sou uma princesa, mas será que eu também não posso ter um final feliz?”, ela se questionava. ”Eu nunca vou encontrar alguém!”, ela então pensava todos os dias ao ir dormir cansada e sozinha à luz do luar que adentrava o seu quarto pela janela aberta. O seu rosto, agora pálido por refletir a luz clara da lua, ficava encarando o teto até adormecer num sono pesado e ela esperava sonhar com seu príncipe que deveria ter se perdido no caminho. Na manhã seguinte, acordava frustrada ou por não ter sonhado com o que desejava ou por não lembrar do rosto angelical que havia visto nos sonhos.
Nessa espera pelo tal príncipe perdido, outros sapos vestidos de príncipe apareceram em seu caminho prometendo-lhe quebrar o feitiço que deveria ser inquebrável e salvar-lhe das garras do horrível dragão ou da bruxa malvada, dando-lhe assim o final feliz tão esperado. Mas as vãs promessas se desfaziam no ar e no final do dia ela acabava sozinha novamente e cada vez mais quebrada. Não havia ninguém por perto para juntar os pedaços cada vez menores de uma garota simples com um sonho que agora tornara-se mais simples ainda.
Ela não queria mais um príncipe, nem queria alguém que ela gostasse muito. Só queria alguém que não a magoasse tanto, alguém que não fizesse uma ferida mais profunda no seu coração agora pequeno por causa dos inúmeros pedaços que cada um dos Sapos-Príncipes havia levado consigo como um troféu doentio. A tal luz no final do túnel havia se apagado e a imortal esperança havia morrido. Sim, ela havia desistido do amor. Tornara-se indiferente e insensível a ele.
E assim seguia sua simples vida. Acordava pela manhã, cumpria com suas obrigações no trabalho, tirava boas notas na faculdade e sorria sempre que necessário. À noite, na quase escuridão de seu quarto, onde a lua sempre vinha visitá-la, ela mostrava para as paredes verdes, para os retratos nas estantes e para as roupas espalhadas pelo chão quem ela realmente era: uma menina sozinha; e o que realmente sentia: solidão!
Então ela conheceu o rapaz que mais tarde mudaria toda a situação. Ele até era divertido, mas ela viria a descobrir que tão frio em relação ao amor quanto ela. Não sabendo quando, não sabendo o porquê, os desapaixonados se apaixonaram. Somente alguém tão aversivo ao amor quanto ele para ver o que ela escondia debaixo daquela armadura invisível que carregava e somente alguém tão aversiva ao amor quanto ela para amolecer o coração dele, que outrora fora transformado em pedra por algumas Medusas em seu caminho.
E foi assim, simples e rápido. Uma conversa longa, uma janta e uma caminhada de volta para a cada dela foram suficientes para que eles percebessem que talvez a luz no final do túnel não houvesse se apagado realmente e que a imortal esperança fosse imortal no final das contas. Era como se as engrenagens que faltavam nos buracos que havia em seus peitos se regenerassem e os corações deles voltassem a bater e eles sentissem seu sangue circular por cada veia e artéria novamente. Era como se estivessem vivos mais uma vez e agora pudessem sentir o calor um do outro ao se abraçarem, ao se beijarem ou somente ao darem as mãos.
Talvez o “Felizes Para Sempre” esteja longe ainda, mas os Sapos-Príncipes e as Medusas certamente não enganaram estes dois amantes novamente. Uma vez que o amor de verdade é sentido, nada por ser feito para destrui-lo.
This Is True
08 mar 2010 Deixe um comentário
em Poema
Poem Space
“This Is True” foi inspirado em uma pessoa maravilhosa que entrou na minha vida do nada e quando eu menos esperava. Ele chegou, colocou minha vida de cabeça pra baixo e tomou meu coração como se ele fosse o dono de direito. E eu não estou reclamando.
Ao amor e ao direito de cada um de ser feliz… pelo tempo que durar!
Com vocês, This Is True.
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You make me feel like making funny faces on the mirror and jumping up and down on the bed.
You make me think way much more clearer and forget about being sad.
You make me feel like a child again, for real.
That’s how happy you make me feel.
You make me feel like running in the park at 2 a.m. when it’s -20C.
You make me feel like hugging you because you’re all I need.
You make me feel like dancing in the metro while I’m waiting for the subway.
You make me feel like being on your side until our hair is grey.
You make me feel like parading all alone wearing a goofy red hat, pink shirt and green pants in the middle of Ste. Catherine street.
You make me feel very grateful for every little and special moment we shared because you make me feel complete.
You make me feel like watching hockey games even though I’m really not into it.
You make me feel like using my hands to eat pickels and smoked meat.
You make me feel like crossing the street when the orange high five hand tells me not to.
You make me feel like I could die in peace when you say “I LOVE YOU”.
You make me feel like smiling just because you have that effect on me.
You make me feel like living so that one day together for all eternity we may be.