Leave Me Be

 

I keep appearances, I laugh, I lie

I always smile when I want to cry

I’m radio, a song, TV

I’m everything you want me to be

-

I keep appearances, you’ll never tell

For you my life is toujours très belle

I’m not like glass, you can’t see through me

And this ain’t sad, it’s just reality

-

I keep appearences, head always high

You’ll never see what haunts me at night

I keep appearences, live with it

Now get outta here. Just leave me be

Um Pouco Estranha

Se tu não me dás bola, mais eu te quero. Não ter notícias de ti, me deixa louca. Fico com saudade, fico com vontade de te ver. Mas quando eu tenho muito de ti, isso é…. “normal”! E eu não tenho muita certeza de que eu gosto de normal. Quando eu tenho muito de ti, eu sei que eu tenho muito de ti. Quando tu não me dás sinal de vida, eu fico imaginando o quanto eu ainda tenho de ti e eu te quero mais. Eu tenho medo de te perder, “e se ele estiver pensando em outra, porque eu sou muito bipolar?”. Fico com vontade de te encher de mensagens. Mas quando eu tenho muito de ti, isso acalma, isso me irrita, isso me deixa estranha.

Não sei lidar com gente que gosta muito de mim. Eu acho que é isso. Muito amor é estranho e, eventualmente, me irrita. Sem contar nos comentários que as outras pessoas fazem. Minha cabeça dá aquele DO A BARREL ROLL que a gente coloca no google e minha vida fica de cabeça pra baixo. Meus sentimentos, teus sentimentos, o que as outras pessoas sentem em relação a nós. Quando eu tô longe, eu fico assim, tagarelando coisas sem sentido
Isso é um pouco de quão estranha eu sou! Isso e outras coisas a mais que eu talvez não saiba identificar ainda.

Sem tempo

Fiz o download de um programa para baixar músicas do youtube e outro para editar músicas. Baixei a música e cortei o início que me desinteressava. Queria gravar em MP3, mas faltava outro progama e lá fui eu atrás dele. Baixei um LAME e gravei em MP3. Fiz o upload no 4shared e, então, baixei para o meu celular.

Herdei a tua nerdice. A vida fica meio vazia sem ti nela, então preciso de coisas assim pra me ocupar um pouco!  Sei lá!

Traição

É difícil admitir uma coisa dessas, principalmente na internet, mas eu não aguento mais ficar com isso entalado na garganta. Tenho sido infiel!! Não foi nada planejado. Tudo começou como uma brincadeira e agora me vejo perdida na confusão que criei.

Estou traindo este blógue com outro! Que coisa terrível, eu sei, mas causa é justa. Se vocês quiserem conferir o “caso” que eu estou tendo… clica ali em baixo!

“O Outro”

Caso estejam com saudades, fica uma lista dos posts anteriores que eu mais gosto.

Mondo Bongo

Exposed!

Meu Idiota!

protesto contra o amor

Carta Ao Leitor – Viva A Escrita

Bienvenu À La Confusion

Precisa-se De Mãos

Homens Grandes Que Amam

Sete Meses

Mais Uma De Amor

Volta vai

A Revolta do Corpo

Inspirado em: Up, Altas Aventuras!

Sapos-Príncipes e Medusas

Me Faz Feliz?

A Little Blue Bird

Maybe I’ll fly away

Under the starry sky

Watch you sleep as I pass by your window

Towards the horizon

-

Maybe they’ll call my name

After I’m long gone

Memories are the only part of me that

Will remain here

-

Maybe I was wrong

Thinking love was true

Never good enough for you, I won’t be

This is why I leave

-

Fly away blue bird

 Feel the cool wind blow

Now it’s time just flee to where you truly belong

Leave the bad things behind

Laundry

Depois de tanto tempo, achei que eu fosse motivo de alegria e orgulho, mas não. À medida que eu mostrava o que eu era capaz de fazer e te dar, tu foste elevando a barra a uma altura que ficou impossível de alcançar. E não importa as noites em claro, as realizações e prêmios, os elogias e a minha constante necessidade de te agradar, eu nunca serei boa o suficiente.

Decepção. Essa é a única coisa que eu vejo nos teus olhos pra mim. Nem uma faísca de orguho. Só o retrato da pessoa que tu sempre quiseste que eu fosse, mas que eu nunca me tornarei.

Realidades da Vida

Letting a person do whatever he/she wants is not a sign of love…

It means that he/she is too unimportant for you to worry about!

Moving On

“Eu sei que passa. Mas eu queria que fosse uma decisão minha, só que a maior parte de mim não quer largar. A minha parte racional é minoritária no meu corpo.”

- Claudia da Rosa

Aquilo que chamam de FELICIDADE

Se eu pudesse eu escreveria sobre aquele fim de tarde no qual ele me levou até a orla de um lago bonito. E se eu me atravesse, escreveria como foi lindo ver as luzes do pôr-do-sol refletirem na água e da água até nós num movimento ondulado e constante.

Se me fosse permitido relatar com perfeição todas as vezes que ele me fez chorar de felicidade, todas as vezes nas quais o abraço dele era o que eu mais precisava e foi justamente isso que ele me deu, todas as vezes que pude provar do mais puro e doce êxtase que é viver ao seu lado, eu o faria.

Ah, quem me dera ser capaz de traduzir em palavras perfeitamente colocadas uma ao lado da outra como eu seria a mulher mais feliz do mundo se pudesse acordar e ouvir o som da voz dele, sentir a sua mão acariciar meu rosto e ter a certeza de que aquele era o sonho mais real já vivido.

Se não fosse tão abstrato, gostria de contar como o enlace de seus braços me dão conforto. Enlace esse que começa ao pegar nas minhas mãos e continua ao passar um braço pela minha cintura, até fazer o contorno do outro lado, enquanto a outra mão acaricia meu rosto. Subitamente, passa a mão pelos meus cabelos ao descer lentamente pela minha coluna vertebral, até fechar em um abraço no qual me encaixo perfeitamente contra sua caixa torácica.

Se vocês pudessem conceber o fato de que a cada discussão, momento de insegurança, ciúmes, lágrima, desapontamento e coisa ruim que existe numa relação, aproximamo-nos mais ainda, seria mais fácil entender que o amor não é feito somente de coisas belas e momentos mágicos e que contos de fadas não existem, mas que nós fazemos nossa própria felicidade.

Se fosse fácil fazê-los sentir o que eu sinto, entre alegria e tristeza, meus caros amigos, assim o faria. Mas no medo de tratar com leviandade ou de não ser capaz de descrever com tanta perfeição o que tanto me comove e marca, resumo meus sentimentos na palavra escrita ali em cima: felicidade!

 

Há algumas primaveras

Quando eu era criança, as minhas pernas estavam sempre cheias de machucados. Eu estava sempre fazendo coisas malucas. Eu subia em árvores o mais alto que eu podia ou eu me pendurava de cabeça para baixo em algum galho, sustentada somente pelas forças das minhas pernas.

A maioria dos meus amiguinhos de infância eram meninos. Na igreja, havia seis meninos – da minha idade – e três meninas mais. Duas delas eram as minhas irmãs e, por eu ser menor, elas sempre acabavam me excluindo. Conviver com meninos se tornou algo natural pra mim. Eu estava sempre brincando de pega-pega com eles ou perseguindo-os.

Na escola não foi diferente. Como eu sempre fui alta (e a última da fila), eu me sentia estranha perto das meninas. Eu vivia jogando futebol, bolinha de gude e tazo com os meninos no recreio.  Eu era a melhor amiga dos meninos enquanto as meninas morriam de amores pra eles. Essa lembrança me faz rir. Eu costumo brincar que eu era o menino que meu pai nunca teve.

Eu já quebrei o braço duas vezes e meu pé esquerdo quatro vezes – sempre de uma maneira estranhamente nova. Eu não me arrependo de nada. Fiz de minha infância a melhor possível, mesmo não me comportando como uma “menina normal”. As coisas de meninas eram ridículas e sem importância. Coisas de meninas não eram emocionantes e perigosas. Eu precisava de algo que fizesse meu sangue correr mais rápido. Eu era uma viciada em adrenalina. Talvez seja por isso que eu goste tanto de viver intensamente e por isso que eu me meta em tantas confusões.

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